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O Estado do Amapá está localizado na região Norte do Brasil, fazendo divisa com o Pará e fronteira com o Suriname e Guiana Francesa. Seu território é de 143.453 km 2 e a sua população é de 475.843 habitantes (dados IBGE/2000). O Amapá não tem ligação rodoviária com o restante do país; só se chega ao Estado de avião, barco ou navio. A capital é a cidade de Macapá.

História
A palavra “Amapá” é de origem indígena, na língua Nuaruaque trata-se de uma espécie de árvore, que produz um tipo de leite e frutos doces, de cor roxa, no formato de maçã; na língua Tupi significa “O lugar da chuva”.

A história do Estado do Amapá está vinculada a dois ciclos de navegação, no século XV, o de portugueses e o de espanhóis. Os dois países disputavam a conquista de novas terras no mundo. Mas é a Espanha que se apossa das terras recém-descobertas através da criação do Tratado de Tordesilhas, em junho de 1494.

O navegador Vicente Pinzon, a mando dos reis espanhóis, estabelece, no ano de 1500, em Oiapoque, os primeiros contatos com os índios Palicur – daí, o nome original da região: Costa Palicúria. O rio Oiapoque torna-se, anos mais tarde, cenário de controvérsias sobre os limites da fronteira do Amapá e a Guiana Francesa.

Entretanto, a colonização do Amapá inicia-se somente no século XVIII com os portugueses. A cidade de Macapá se originou a partir da antiga Fortaleza de Santo Antônio, em 1740, com a chegada dos colonizadores da região dos Açores. Em Mazagão, segunda cidade do Estado, chegaram os colonizadores vindos do Marrocos, entre 1740 e 1772.

Em 13 de setembro de 1943 foi criado o Território Federal do Amapá. A Constituição Federal, de 5 de outubro de 1988, elevou o território à categoria de Estado, que só foi instalado realmente, em 1° de janeiro de 1991, com a posse do primeiro governador eleito.

 

Clima

Predomina o clima equatorial super-úmido, com temperatura oscilando, em média, entre 20°C e 36°C. A quantidade de chuvas varia de acordo com a localidade, dependendo da umidade do ar e da proximidade do mar e da floresta.

Vegetação
Constituída por florestas, a vegetação é rica em variedades de espécies. Predominam a floresta de várzea e floresta de terra firme, além dos campos inundáveis durante as cheias dos rios. Na planície litorânea, constantemente alagada, surgem os mangues e manguezais.

Relevo
Pouco acidentado, mas bastante definido como planície litorânea e alagadiços, aluviais nos baixos e médios cursos dos rios, platô arenítico (faixa a oeste da planície litorânea) e planalto cristalino (grandes extensões de colinas e morros). Destacam-se as serras do Tumucumaque, Lombard, Estrela e Agaminuara, entre outras, e os montes Catari, Carupina, Tipas e Itu.

Hidrografia
Os rios destacam-se por sua importância econômica e grandiosidade, entre eles o Amazonas, Amapá Grande, Amapari, Araguari, Oiapoque, Jarí, Matapi, Maracá, Pedreira e Tartarugal.

Economia
Extrativismo vegetal: madeira
As variadas espécies de madeira existentes do Amapá têm grande aceitação comercial no mercado nacional e internacional. Entre as espécies mais comercializadas estão o acapú, macacaúba, andiroba, pau mulato, breu, cedro, maçaranduba, angelim e sucupira. Destacam-se também as madeiras fontes de material celulósico e as de sementes com alto teor de óleo, como a a andiroba, ucuúba, castanha-do-Pará e pracaxí.

Agricultura
A atividade agrícola é realizada em pequena escala, sendo considerada cultura de subsistência. Embora haja perspectivas para o desenvolvimento da agricultura, já que existem condições climáticas e solo adequados, existem dois tipos de culturas bem definidas: as temporárias (arroz, milho, feijão, mandioca,legumes, etc) e permanentes (pimenta-do-reino, coco, laranja, limão, etc.)

Pecuária
A pecuária é extensiva, mas o rebanho de corte não atende as necessidades do mercado interno, tanto na produção de bovinos, suínos e aves. A carne consumida é importada principalmente do Estado do Pará.

Pesca
A atividade pesqueira é bastante artesanal. As principais áreas de pesca são o Porto de Santana, Arquipélago do Bailique, Vila do Sucuriju, Ilha de Maracá, Foz do Cassiporé e Costa do Amapá. Entre os peixes, as espécies mais comercializadas são piramutaba, pescada, filhote, dourado, gurijuba, pirarucu, tambaqui, pirapitinga, tucunaré, piranha, traíra, acará, aruanã, sarda, jiju, tamuatá, etc. Entre os crustáceos, o camarão rosa, camarão de água doce e o caranguejo são muito apreciados.

Turismo
Apa do Curiaú – a 8 km da cidade de Macapá. É uma Área de Proteção Ambiental, com belos recursos naturais, onde vivem 1.500 pessoas, descendente de uma comunidade negra.

Antigo Fórum – localizado no conjunto paisagístico de Macapá, em frente ao rio Amazonas. A construção é em estilo neoclássico, com linhas greco-romanas. A fachada principal apresenta colunas em pedra de lio e dois leões esculpidos. Atualmente é a sede da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Cachoeira Grande – localizada na região centro-leste do Estado, a 302 km de Macapá. A cachoeira é formada por corredeiras sobre rochas que terminam em uma queda d'água, locais considerados ótimos para banho.

Cachoeira de Santo Antônio – localizada no município de Laranjal do Jarí, a 270 km de Macapá. Formada por processos vulcânicos ocorridos há milhões de anos, as quedas d'água chegam a 30 metros de altura e são cercadas pela floresta amazônica.

Complexo Beira Rio – localizado às margens do rio Amazonas, em frente a Macapá. Trata-se de um complexo de bares, sorveterias, parques, ciclovia e áreas para prática de esportes. Completam a área a Fortaleza São José, Trapiche Eliezer Levy, Pedra do Guindaste, Casa do Artesão e do Índio, Praça Issac Zagury e Prédio da Intendência de Macapá.

Fortaleza São José – tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). O início da construção data de 1764, em estilo Vauban, constituindo um quadrado com baluartes pentagonais nos vértices, que receberam o nome de Madre de Deus, São Pedro, Nossa Senhora da Conceição e São José.

Trapiche Eliezer Levy – construído na década de 40, às margens do Amazonas, enfrentou problemas de estrutura devido à força das águas. Hoje é constituído em concreto armado e apresenta bondinho elétrico, restaurante e lojas de artesanato.

Pedra do Guindaste – a história conta que a pedra original foi derrubada devido a colisão de um barco e, no local, construído um bloco de concreto e a imagem de São José, padroeiro de Macapá.

Casa do Artesão e do Índio – é o maior centro de artesanato amapaense, onde artesãos locais, inclusive os povos indígenas, expõem e comercializam seus produtos. Nas peças são utilizados materiais como vime, argila, fibra, vegetal, sementes, penas, etc.

Prédio da Intendência de Macapá – construção de 1895, com influência neoclássica, edificada na administração do intendente Coriolano Jucá. É considerado patrimônio histórico do Estado e abriga, atualmente, o Museu Histórico do Amapá Joaquim Caetano da Silva.

Centro de Cultura Negra – localizado no bairro do Laguinho, em Macapá, é formado por um anfiteatro, museu do negro, auditório, espaço afro-religioso. Representa a valorização da cultura negra no Amapá.

Igreja São José – é o monumento mais antigo da cidade, datando de 1671. A construção é em estilo inaciano e seu interior é pintado de branco. Na Igreja São José, padroeiro de Macapá, acontece a maior festa religiosa da região, no dia 19 de março, com missas, ladainhas, rituais católicos e quermesse.

Museu Sacaca – concentra palestras, exposições e seminários sobre tecnologia.

Parque do Meio do Mundo – é formado pelo Monumento do Marco Zero do Equador, Estádio Zerão e a Escola Sambódromo de Artes Populares.

O Monumento do Marco Zero do Equador representa o ponto exato onde passa a Linha do Equador. No local é possível observar, nos meses de março e setembro, o fenômeno natural Equinócio (momento em que os hemisférios norte e sul estão dispostos simetricamente em relação ao sol e ambos ficam iluminados). Espaço para shows, o relógio de sol, sala de exposição, lojas e cafés-livrarias completam o espaço.

O Estádio Estadual Milton de Souza Corrêa – Zerão tem capacidade para 8 mil pessoas e também é ultrapassado pela Linha do Equador.

A Escola Sambódromo de Artes Populares funciona como centro de cultura e lazer. No local acontece o desfile das escolas de samba e blocos carnavalescos, o Festival da Quadra Junina e shows. Tem capacidade para 18 mil pessoas.

Fenômeno da Pororoca – é o encontro das águas dos rios com as do mar, que acontece no período de maresia. A água doce invade o mar, atrasando a onda, mas depois é vencida pela força da água salgada. As ondas têm de 3 a 6 metros de altura e percorrem cerca de 30 quilômetros. O fenômeno acontece a cada 12 horas.

Teatro das Bacabeiras – concluído em 1990, a construção tem arquitetura moderna, do tipo italiano, com capacidade para 705 pessoas. Abriga eventos artísticos e culturais.

Cabo Orange – é o ponto do extremo norte do Brasil, acima da cidade e do rio Oiapoque, avançando pelo oceano Atlântico. A rica biodiversidade da região garantiu a criação, em 1980, do Parque Nacional do Cabo Orange, com 619 mil hectares. Só é acessível de barco.

Balneários: Praia da Fazendinha – a 16 km de Macapá, às margens do rio Amazonas. Área de belas paisagens com bares e restaurantes de comidas típicas. Praia do Araxá – a 4 km de Macapá, no rio Amazonas, areias escuras e água barrenta e um complexo de bares, quiosques e quadras de esportes. Praia do Aturiá – a 3 km de Macapá, também no rio Amazonas, apresenta beleza nativa e na maré cheia é propícia para prática de jet-ski.

Municípios
O Amapá está dividido em 16 municípios: Macapá, Santana, Mazagão, Oiapoque, Amapá, Amapari, Calçoene, Cutias do Araguari, Ferreira Gomes, Itaubal, Laranjal do Jarí, Porto Grande, Pracuúba, Serra do Navio, Tartarugalzinho e Vitória do Jarí.

Macapá
A capital Macapá é única cidade do Brasil cortada pela Linha do Equador. A cidade se originou a partir de um destacamento militar, instalado onde hoje é a Fortaleza São José, em 1740. Em 2 de fevereiro de 1758, Francisco Xavier de Mendonça Furtado instalou os Poderes Legislativo e Judiciário na vila. Em 1790 é realizado o primeiro censo, resultando em 2.532 habitantes na vila de Macapá.

No ano de 1833, a Província do Pará é dividida em comarcas, mas Macapá não perde a categoria de vila. Constantes tentativas de colonização de Macapá, tanto por parte da Província do Pará quanto do movimento migratório devido à mineração do ouro, impulsionaram autoridades da vila a divulgar, em outras regiões, a possibilidade de autonomia local. Mas somente em 6 de setembro de 1856 é que Macapá foi elevada à categoria de cidade.

Entretanto, as informações a partir desse período são bastante desencontradas, principalmente por causa da destruição de documentos históricos. A história conta que Jacinto Boutinelly, primeiro prefeito de Macapá, ateou fogo nos arquivos do prédio da Intendência, destruindo documentos do período de 1895 a 1932.

Em 1943 é criado o Território Federal do Amapá e instituída a cidade de Amapá como capital. Dois anos depois, devido ao desenvolvimento de Macapá e sua proximidade com Belém (Pará), Macapá torna-se capital. Em 1988, com a criação do Estado do Amapá, Macapá é confirmada como capital.

Santana
O município surgiu em 1753, a partir do agrupamento populacional em Ilha de Santana, localizada do outro lado do rio Amazonas. Os primeiros moradores foram portugueses e mestiços vindos do Pará e índios Tucuju, trazidos pelo desbravador português e fugitivo das autoridades fiscais paraenses, Portilho de Melo, que fazia comércio clandestino de escravos e metais. As péssimas condições de trabalho provocaram a morte de muitos índios e escravos, além das fugas. Em 1946, a descoberta de manganês na Serra do Navio propiciou um crescimento da região. No final da década de 50, foi construída a Estrada de Ferro do Amapá, que escoava a produção de manganês e transportava trabalhadores. Posteriormente, o canal Norte do rio Amazonas tornou-se a maior via de transporte, principalmente, com a instalação do cais flutuante em Ilha de Santana. Santana torna-se município em 1987.

Mazagão
É a segunda cidade do Estado. Os primeiros habitantes foram brancos e escravos, originários do Marrocos e que se transformaram em agricultores. Devido a questões sociais, econômicas e políticas, por volta de 1915, o então governador do Pará vinculou Mazagão ao município de Macapá. O fato não agradou moradores que resolveram fundar Mazagão Novo, a 30 km da localidade originária. Em novembro de 1915, foi oficialmente decretada a transferência de sede da cidade de Mazagão Velho para Mazagão Novo.

Atualmente a principal atividade econômica é o extrativismo da castanha-do-Pará. No mês de julho, é realizada a Festa de São Tiago, quando acontecem a dramatização da cavalhada (encenação de lutas entre mouros e cristão, com trajes típicos) e o Baile de Máscaras. Acontece também a Festa da Mandioca, na segunda quinzena de julho. Mazagão abriga ainda duas Unidades de Conservação: as Reservas Extrativistas do Rio Cajari e do Rio Iratapurú.

Oiapoque
É o ponto mais extremo do Brasil. Inicialmente a localidade recebeu o nome de Martinica, devido ao mestiço Emile Matinique, que se estabeleceu na região, no início do século XX. Em seguida, foi sede de um destacamento militar, passando a abrigar presos políticos, sendo, posteriormente, transferido para Clevelândia do Norte. Criado em 1945, o Oiapoque faz fronteira, através do rio, com a cidade de Saint' George, na Guiana Francesa. Os barcos e aviões são o meio de transporte utilizados pelos moradores dos dois municípios – o que resulta numa mistura de sotaques. O turismo é uma das maiores atrações, como o passeio pelo rio Oiapoque, com cachoeiras, corredeiras, balneários e vegetação densa. O Vale do Rio Uçá abriga as principais tribos indígenas, as etnias Galibi, Karipuna e Palikur, que estabeleceram suas comunidades nas Reservas Galibi, Juminã e Uaçá, respectivamente. Destacam-se também a Festa de Nossa Senhora das Graças, padroeira do município, e a Festa do Turé, reunião anual de todas as tribos indígenas.

Amapá
Localizada a 302 km da capital, a cidade de Amapá iniciou-se por volta de 1893 com a descoberta de ouro em Calçoene, que pertencia ao município, por garimpeiros paraenses. A região é rica em recursos minerais como a cassiterita e a tantalita e variadas espécies de árvores, fontes para a indústria medicinal e de cosméticos. Destaca-se também a agropecuária e a psicultura.

Amapari
Distante 180 km de Macapá, a cidade de Amapari tem sua origem ligada à exploração de ouro pelos samaracá, grupo indígena da Guiana Francesa. O extrativismo mineral acontece em poucos garimpos, como nos distritos de Jornal e Abacate. No município predominam rios e igarapés, com destaque às bacias do Amapari e Araguari.

Calçoene
A cidade teve origem com o movimento dos garimpeiros e faiscadores de ouro, no rio Amapá, em 1893. Em 1903 é criado o Distrito de Calçoene, ligado ao município de Amapá. Em 1945 é elevada à categoria de vila e 11 anos depois torna-se cidade. A garimpagem e a pesca são atividades econômicas predominantes, mas destacam-se também a agropecuária, silvicultura, extrativismo, comércio e serviços.

Cutias de Araguari
A cidade é banhada pelos rios Araguari, Gurijuba, Pacuí e Igarapé Novo, além de vários afluentes desses rios. É o maior exportador de pirarucu, o “bacalhau da Amazônia”. Entre os meses de agosto e setembro acontecem os Festivais do Pirarucu e Tucunaré, com gastronomia regional e shows artísticos e culturais.

Ferreira de Gomes
Banhada pelo rio Araguari, concentra a hidrelétrica de Coaracy Nunes, a 140 km de Macapá. Tem grande potencial turístico, por ser cenário da pororoca e pela vegetação exuberante. Ferreira de Gomes foi sede da Colônia Militar Pedro II, em 1840, e teve a primeira escola rural do então Território do Amapá, em 1944. Tornou-se município em 1987.

Itaubal do Piririm
Localizada a 90 km de Macapá, às margens do rio Piririm. O nome da cidade deve-se ao rio e a espécie de madeira de lei Itaúba. Os migrantes começaram a chegar em 1935 e desenvolveram a agricultura local. As estradas e rios são os meios de escoamento dos cultivos, além de inúmeras pequenas estradas que dão acesso a comunidades menores. Tornou-se município em 1992.

Laranjal do Jari
A economia do município está concentrada na exploração dos recursos naturais, como a mineração e o extrativismo vegetal, sendo a castanha-do-Pará o maior produto. A diversidade do ecossistema permite recantos naturais apropriados para o turismo – destacam-se a Cachoeira de Santo Antônio, as praias do rio Jari e os castanhais. No mês de maio, acontece o Festival da Castanha, com gastranomia e apresentação culturais.

Porto Grande
Porto Grande surgiu a partir do desmembramento da cidade de Macapá. Entretanto, não há informações precisas. A extração da madeira é a base da economia. O turismo destaca-se devido aos vários balneários e ao Festival Anual do Abacaxi.

Pracuúba
Surgiu por volta do ano de 1906 e tem o nome originário da espécie de árvore pracuubeira, predominante na Reserva Ecológica do Lago Piratuba. É banhado por vários rios e igarapés, que fazem da pesca uma fonte de economia. A extração da borracha, importante nas décadas de 40 e 50, representa um potencial econômico.

Serra do Navio
Localizada a 10 km de Macapá, o município foi chamado de Água Branca do Amapari e surgiu para abrigar moradores da Vila Operária da Empresa Icomi. Recebeu o nome de Serra do Navio em 1993. A rica fauna e flora e os rios com corredeiras fazem da cidade uma atração turística. Destacam-se também o Festival do Cupuaçu, a Festa da Mina e o Baile das Flores. Serra do Navio é o único lugar do país que possui uma rara espécie de beija-flor, o topazzi, com cor de fogo.

Tartarugalzinho
Sua população foi constituída por garimpeiros que, na década de 50, descobriram ouro nos rios da região. Hoje, a base da economia é a extração de celulose e a pesca. Passeios ecológicos atraem muitos turistas à região.

Vitória do Jarí
O município surgiu a partir da cidade de Laranjal do Jarí. É o município mais novo do Amapá. Apresenta floresta densa com grande potencial madeireiro. Na agricultura são cultivados o milho, banana, melancia, gerimum, mandioca e arroz. Entre a variedade de recursos naturais destaca-se o minério caulim.

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